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domingo, 29 de abril de 2018

Zona de Protesto!


Zona 8.0
com César Santos 
TSF

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Alfredo Cunha
Com esta fotografia,que mudou a minha vida,fica aqui a minha homenagem,ao grande Herói de Abril...Obrigado Salgueiro Maia. Faz hoje quatro anos que publiquei esta fotografia, que tem uma história... eles pediram para ser fotografados com o Salgueiro Maia, eu disse que sim... mas, tinha que ser um beijo, eles responderam, OK. Como curiosidade, ficam aqui as dimensões 12m x 07m (grandita)  https://www.facebook.com/alfredo.cunha.1291



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Leituras




Da série "Frases que impõem respeito" [838]



Quase todas as pessoas envolvidas no escândalo do BPN são militantes do PSD e não perderam a sua militância.
World Press Photo
Congratulations to John Stanmeyer, the author of the World Press Photo of the Year 2013! You can browse the entire gallery of winners exclusively on our website at http://www.worldpressphoto.org/awards/2014




Bartoon | Público
FERNANDA CÂNCIO

Viciados no aborto

por FERNANDA CÂNCIOHoje | Diário de Notícias

Esta semana ficámos a saber uma coisa escandalosa: desde que foi legalizado o aborto, ocorrem muito mais abortos legais do que quando o aborto era ilegal. Naturalmente, há quem, chocado com este estado de coisas, proponha soluções. A mais óbvia, proposta pelo Governo espanhol, é ilegalizar: não deixa de haver abortos, mas passamos a ignorá-los, só dando conta deles quando morre uma mulher ou é desmantelado um negócio abortivo. E se o Estado pode gastar mais em tratamentos das complicações do aborto ilegal e custos associados, as contas ficam tão clandestinas como os abortos - debaixo do tapete.
Como por cá a legalização resultou de referendo e não há esperança de que repeti-lo dê vitória ao não, a estratégia é martelar a ideia de que o número de abortos legais é "muito elevado", "custa demasiado aos contribuintes", "há muitas repetições" e, cúmulo, "as desavergonhadas que abortam podem meter um mês de licença paga." Tudo para forçar a mudança da regulamentação já que, como a porta-voz Isilda Pegado não se cansa de repetir, agora coadjuvada pelo patriarca de Lisboa, os portugueses "votaram a favor da legalização mas não do pagamento dos abortos pelo Estado."
Ora tendo decorrido seis anos e meio desde a entrada em vigor da lei e estando disponíveis números até 2012, 101 mil abortos por opção da mulher até às 10 semanas equivalem a pouco mais de 18 mil por ano, correspondendo a uma das menores taxas da Europa e abaixo de todas as previsões. A dos adeptos do "sim" - 20 mil, assentando na estimativa-base, 20% dos nados-vivos -; a do então ministro da Saúde, que em janeiro de 2007 disse esperar até 30 mil abortos anuais; a da Plataforma não Obrigado, que, pela voz de António Borges, predizia que a legalização implicaria 30 mil a 46 mil por ano.
Quanto ao número de abortos repetidos, é menos de 1% (dos países europeus que apuram taxa de repetição, somos o que apresenta a menor, atrás de Itália, França e Espanha) e 60% das portuguesas que abortam são mães. Já as infames " licenças por aborto", que incluem os espontâneos e por motivos médicos, mantêm-se abaixo das 5000 anuais antes e após 2007 - em 2012 foram até menos do que em 2005.
Como explicar, pois, a repetição das mesmas falsidades? Se Borges já não pode explicara sua espantosa previsão, os correligionários desprezam-lhe a memória ao fingir que nunca existiu. Fingem até que não afiançaram que legalizar "custaria ao Estado 20 a 30 milhões de euros por ano" (na realidade custa 12) e que na mesma ocasião a também já desaparecida Maria José Nogueira Pinto não concluiu: "Quem não está de acordo em pagar abortos com os seus impostos deve, obviamente, votar "não" no referendo."

sexta-feira, 8 de março de 2013

Capitolio / Christopher Anderson

 
 
In the wake of Hugo Chavez's death, it seems appropriate to take a look back at Christopher Anderson's Capitolio, "a cinematic journey through the shadows of Caracas, Venezuela during 'revolution.'" The book, although published four years ago, remains a relevant and poignent capturing of a vibrant city "ripping apart at the seams under the stress of popular unrest."

Check out the "Capitolio" Magnum-in-Motion piece
here, and explore the slideshow above for images from the book.




domingo, 3 de março de 2013

O povo é quem mais ordena

 Demonstrators hold up signs while marching against government austerity policies in Lisbon March 2, 2013. REUTERS/Rafael Marchante





 

 

Grândola, Vila Morena
 Compositor: Zeca Afonso
 
 
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
 
 
 
Un manifestante sostiene una pancarta exigiendo la renuncia del Primer Ministro de Portugal junto a una bandera portuguesa, en una manifestación contra las medidas de austeridad aplicadas por el gobierno de Portugal.
Paulo Duarte (AP) / El País 
 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Imagens do dia



Estudantes formam o símbolo da foice e do martelo em homenagem à abertura do 18° Congresso do Partido Comunista Chinês

Rua alagada é vista em Dogose, na Eslovênia; o país sofre com as fortes chuvas e inundações O presidente da Rússia, Vladimir Putin (centro), e o primeiro-ministro Dmitry Medvedev (à dir.), assistem o desfile da vitória em Moscou, capital da RússiaMulheres posam para foto durante concurso de beleza em Manila, nas FilipinasPrimeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper (centro), inspeciona guarda local durante visita a Nova Déli, na ÍndiaHomem observa navios atracados no porto de Pireu, na Grécia; o país vive uma greve de 48 horasEstudantes formam o símbolo da foice e do martelo em homenagem à abertura do 18° Congresso do Partido Comunista Chinês
Folha de S. Paulo

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

domingo, 7 de outubro de 2012

Instantes


Oct. 4, 2012. Female Palestinian Islamic Jihad militants take part in a rally to mark the 25th anniversary of the movement's foundation in Gaza City.
 
 
 

Oct. 4, 2012. Female Palestinian Islamic Jihad militants take part in a rally to mark the 25th anniversary of the movement's foundation in Gaza City.


Read more: http://lightbox.time.com/2012/10/05/pictures-of-the-week-september-28-october-5/#ixzz28eO7t6eP
 
{ Time }

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Street Art: um mito que assina 157























Há tantas teorias como tags. É um pássaro, é um avião, é um indigente que marca as casas disponíveis para pernoitar, é uma marca de ketchup — para nós é a assinatura de alguns dos "stencils" mais autorais dos últimos tempos. Pedro Guerreiro e André Filipe, ambos com 27 anos, assinam 157 e mantiveram "o misticismo à volta do número" também durante a conversa com o P3. Praticam o stencil ecológico (uma obra em musgo que sobrevive no Museu de Artes Decorativas, em Viana do Castelo), o stencil digital (o marinheiro e o coronel em "halftone") e até o stencil chiclete (prova-mastiga-e-deita-fora, como aquele que durou uma semana na Biblioteca Siza Vieira). O objectivo é "não usar só o alto contraste", é "brincar e chamar a atenção num meio pequeno como é Viana" e conseguir que as obras sejam respeitadas numa cidade tradicionalista, de paredes brancas. "Não são tags feitos com uma lata comprada na drogaria. São obras executadas em espaços sem dono".

| Público

segunda-feira, 3 de setembro de 2012