sexta-feira, 25 de maio de 2018

Oscar Peterson / Hello Herbie



AllMusic Review by 

Guitarist Herb Ellis still considers this to be one of his personal favorite recordings. Ellis was reunited with his old boss Oscar Peterson and, with the assistance of Peterson's trio of the period (with bassist Sam Jones and drummer Bobby Durham), the two lead voices often romp on the jam session-flavored set. Most of the chord changes are fairly basic (including three blues and "Seven Come Eleven"), and Peterson was clearly inspired by Ellis' presence (and vice versa).






Oscar Peterson
Hello Herbie      



Hello Herbie is an album by pianist Oscar Peterson and his trio, joined by guitarist Herb Ellis[2]


Track listing 

  1. "Naptown Blues" (Wes Montgomery) – 5:20
  2. "Exactly Like You" (Dorothy FieldsJimmy McHugh) – 4:50
  3. "Seven Come Eleven" (Charlie ChristianBenny GoodmanFletcher Henderson) – 5:06
  4. "Hamp's Blues" (Hampton Hawes) – 3:46
  5. "Blues for H.G." (Oscar Peterson) – 6:05
  6. "A Lovely Way to Spend an Evening" (Harold Adamson, McHugh) – 8:23
  7. "Day by Day" (Sammy CahnAxel StordahlPaul Weston) – 4:44










Red Garland Quintet / All Mornin Long


AllMusic Review by 

On November 15, 1957, a quintet headed by pianist Red Garland recorded enough material for two records. This CD reissue (whose companion is Soul Junction) has a 20-minute version of "All Mornin' Long," along with briefer renditions of "They Can't Take That Away from Me" (a mere ten minutes) and Tadd Dameron's "Our Delight." More important than the material is that, in addition to Garland, the main soloists are John Coltrane and trumpeter Donald ByrdByrd was on his way to getting his sound together, while Trane, very much in his sheets-of-sound period, was already blazing a new path for jazz to follow. An excellent and often quite colorful jam session-flavored hard bop set.






Red Garland Quintet
All Mornin Long



All Mornin' Long is a jazz album by pianist Red Garland and his quintet. It was originally issued in 1958 on the Prestige label and catalogued as PRLP 7130. It features only three pieces, which belong to the hard bop subgenre and distinguish themselves by being fast-paced and bluesy. Critic Ira Gitler found the album satisfactory and said that the title piece was a "many-splendored, deep-dish demonstration of feeling, mood and melody".[3]    


Track listing 

  1. "All Mornin' Long" (Red Garland) – 20:21
  2. "They Can't Take That Away from Me" (George GershwinIra Gershwin) – 10:28
  3. "Our Delight" (Tadd Dameron) – 6:18



Personnel 

   






Lee Konitz / Altissimo



AllMusic Review by 

This is a great summit meeting with McLean and fellow horn players Lee KonitzGary Bartz, and Charlie Mariano, plus a piano trio.

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Altissimo is an album by alto saxophonists Gary BartzLee KonitzJackie McLean and Charlie Mariano which was recorded in Denmark in 1973 and first released on the Japanese Philips label.




Track listing    

All compositions by Lee Konitz except where noted
  1. "Another Hairdo" (Charlie Parker) – 3:45
  2. "Mode for Jay Mac"(Billy Gault) – 9:45
  3. "Love Choral" – 7:32
  4. "Fanfare" – 6:09
  5. "Du (Rain)" (Gary Bartz) – 3:32
  6. "Hymn" – 3:07
  7. "Telieledu Rama" (Tyagaraja) – 7:33








Seal / Standards






Zona Groovy
com Mário Dias 
TSF

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Leva Portugal a Peito












Chet Baker / Chet Is Back

AllMusic Review by 

Recorded in Italy in 1962, Chet Is Back! showcases the "cool" trumpeter cutting loose on such bop-oriented workouts as "Pent-Up House" and "Well, You Needn't." Backed skillfully by a young cadre of up-and-coming European musicians, including the stellar saxophonist Bobby JasparChet Baker may have never sounded better, including on the ballads. One listen to "Over the Rainbow" and it's clear this is an overlooked Baker classic. [Fans should check out the 2003 reissue of Chet Is Back!, which includes four orchestral pop bonus tracks Baker recorded with Ennio Morricone around the same time as this session.]

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Chet Baker
Chet Is Back 

 

Background   

Chet Is Back! was recorded in Rome, Italy in 1962 at RCA's Studios, showcasing bop-oriented tunes such as "Pent-Up House" and "Well, You Needn't". The Chet Baker Sextet consisted of a group of up-and-coming European jazz musicians, which included Belgian saxophonist Bobby Jaspar, Belgian guitarist Rene Thomas, Italian pianist Amedeo Tommasi, French bassist Benoit Quersin, and Swiss drummer Daniel Humair.



Track listing  

  1. "Well, You Needn't" (Thelonious Monk) - 6:23
  2. "These Foolish Things (Remind Me of You)" (Harry LinkHolt MarvellJack Strachey) - 4:56
  3. "Barbados" (Charlie Parker) - 8:26
  4. "Star Eyes" (Don RayeGene de Paul) - 6:58
  5. "Over the Rainbow" (Harold ArlenTed Koehler) - 3:30
  6. "Pent-Up House" (Sonny Rollins) - 6:51
  7. "Ballata in forma di blues" (Amedeo Tommasi) - 10:06
  8. "Blues In the Closet" (Oscar Pettiford) - 7:41
Bonus Tracks on some CD reissues
  1. "Chetty's Lullaby" (Chet Baker, Alessandro Maffei) - 4:04
  2. "So che ti perderò" (Baker, Maffei) - 4:16
  3. "Motivo su raggio di luna" (Baker, Maffei) - 3:53
  4. "Il mio domani" (Baker, Maffei) - 5:21

Personnel    

Tracks 1-8   
Tracks 9-12
  • Chet Baker – vocals, trumpet
  • Ennio Morricone - Conductor
  • Ennio Morricone and his Orchestra - strings, horns, percussion



Production notes   
  • Daniel Baumgarten - producer (Tracks 1-8)
  • Joshua Sherman - producer (Tracks 9-12)
  • Jean-Pierre Chalbos - engineer (Tracks 1-8)
  • Michael O. Drexler - engineer (Tracks 9-12)



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Eugénia Melo e Castro / Mar Virtual


Portuguesa Eugénia Melo e Castro canta 'Mar Virtual' no Sesc Ipiranga

Cantora une a sensibilidade da música popular com a densidade do experimentalismo poético






“Mar Virtual”, de Eugénia Melo e Castro, homenageia seu pai, o poeta E. M. de Melo e Castro. Com uma obra das mais reconhecidas dentro do campo da poesia experimental, Melo e Castro é um dos pioneiros da poesia visual (concreta) de Portugal. No álbum, Eugénia escolhe 14 poemas do extenso repertório de seu pai, para musicar junto a Emílio Mendonça, pianista brasileiro, promovendo o encontro das letras e das melodias lusófonas e ultramarinas".

01 Caminho para o Mar (00:00) 02 Soneto Soma 14X (04:55) 03 Paisagem (07:17) 04 Um Homem que Canta e Vê (11:17) 05 Chama (14:26) 06 Sintaxe das Misturas (19:54) 07 Velho (24:09) 08 É de manhã (26:05) 09 Rosa Sol (30:50) 10 Vidro (33:59) 11 Das Duplas Figuras (37:18) 12 O Saber do Nada (39:33) 13 Relações Perigosas (41:37) 14 Mar Virtual (44:05)


letras e poemas de E.M. de Melo e Castro músicas de Emílio Mendonça e Eugénia Melo e Castro,
exceto faixas 4 e 8 (Mário Laginha),
faixa 7 (Ana Deus e Alexandre Soares)
e faixa 11 (Gilberto Assis)


GRAVADO NO ESTÚDIO ARSIS, EM SÃO PAULO / BRASIL,
POR ADONIAS JR E FELLIPE BALDAUF, EM SETEMBRO E OUTUBRO DE 2017. MIXADO E MASTERIZADO POR HOMERO LOTITO – REFERENCE MASTERING STUDIO SP - Brasil PRODUÇÃO EXECUTIVA: FERNANDO CARDOSO E ROBERTO MONTEIRO
– MESA2 PRODUÇÕES

VOZ: EUGÉNIA MELO E CASTRO PIANO: EMÍLIO MENDONÇA PARTICIPAÇÃO ESPECIAL EM “CHAMA”: E.M. DE MELO E CASTRO DIREÇÃO, PRODUÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: EMÍLIO MENDONÇA IDEALIZAÇÃO e DIREÇÃO ARTÍSTICA: EUGÉNIA MELO E CASTRO



domingo, 20 de maio de 2018

Pedro Barroso / Agora nunca é tarde








Cada um de nós nasce com um artista lá dentro. Um poeta, um escultor, um aventureiro... um cientista, um pintor, um arqueólogo, um estilista, um astronauta, um cantor, um marinheiro.
E o sonho e a distância, e o tempo e a saudade deram-nos vida, amor, problemas, mentiras e verdade; e damos por nós mesmos descobrindo que agora, se calhar, já é um pouco tarde. E nas memórias velhas e secretas da menina morou sempre aquele sonho de um dia ser... bailarina, actriz, modelo, princesa, muito rica; eu sei lá! Mas os anos correram num assombro, e a vida foi injusta em qualquer jeito para a chama indelével que ainda arde. E os filhos são bonitos no seu peito. Pois é... mas agora... agora já é tarde. E nos papéis antigos que rasgamos há sempre meia dúzia que guardamos. São os planos da conquista do Pólo Norte que fizemos aos sete anos, escondidos no sótão uma tarde, e estiveram perdidos trinta anos. E agora, se calhar, maldita sorte! Por desnorte, acaso ou esquecimento, alguém já descobriu o Pólo Norte e agora... agora pronto, agora já é tarde. Há sempre nas gavetas escritores secretos, cientistas e doutores, desenhos e projectos construtores feitos em meninos de tudo o que sonhámos fazer quando fosse a nossa vez! Cientistas em busca de Plutão, arqueólogos no Egipto, viajantes sempre sem destino, futebolistas de sucesso no Inter de Milão. E o curso da vida foi traidor, e o curso da vida foi cobarde, e o ciclo do tempo completou-se, e agora... e agora pronto, paciência, agora já é tarde... Agora é tarde. Emprego, casa, filhos muito queridos, algum sonhar ainda com amigos, às vezes sair, beber uns copos p'ra esquecer ou p'ra lembrar, e fazer ainda um certo alarde, talvez para esconder ou para abafar, como é já tão demasiado e tão impiedosamente tarde... Não... mas não, não; nunca é tarde para sonhar! Amanhã partimos todos para Istambul, Vladivostock, Alasca, Oslo, Dakar! Vamos à selva a Timor abraçar aquela gente e às montras de Amsterdam (que eu afinal também não sou diferente). Chegando a Tóquio são horas de jantar, depois temos de voltar a Bombaim, passando por Macau e Calcutá, que eu encontro Portugal em todo o lado e mesmo fugindo nunca saio de mim. E se esse marinheiro, galã, aventureiro, esse, que já não há, pois que me saiba cumprir com coerência, nos limites decentes da demência, nos limites dementes da decência; e cumpramo-nos todos, já agora, até ao fim, no que fazemos, na diferença do que formos e dissermos! E perguntando, criando rebeldias, conferindo aquilo que acreditamos e que ainda formos capazes de sonhar! E se aquilo, aquilo que nos dão todos os dias não for coisa que se cheire ou nos deslumbre, que pelo menos nunca abdiquemos de pensar com direito à ironia, ao sonho, ao ser diferente. E será talvez uma forma inteligente de, afinal, nunca... nunca, nunca ser tarde demais para viver, nunca ser tarde demais para perceber, nunca ser tarde demais para exigir, nunca ser tarde demais para ACORDAR.