Este ano, a celebração do 5 de Outubro é feita à porta fechada. Em vez da Praça do Município, onde apenas foi hasteada a bandeira nacional, a cerimónia foi transferida para o Pátio da Galé, que vemos na imagem. No Pátio da Galé só entram convidados, circunstância que poupa o Presidente da República a uma vaia monumental. Também pela primeira vez, um primeiro-ministro em exercício permite-se faltar à cerimónia: Passos Coelho fugiu para Bratislava, a pretexto de uma reunião protocolar onde podia fazer-se representar por qualquer ministro. Passos Coelho foge dos apupos e do confronto directo com quem, tendo votado nele, sabe hoje que caiu num logro. Vão fugir até quando? Isto tudo é uma palhaçada. Há pelo menos um mês que não é assegurado o regular funcionamento das instituições, mas o Presidente da República assobia para o lado.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
DE QUEM FOGEM ELES?
{ Eduardo Pitta | Blog Da Literatura }
Este ano, a celebração do 5 de Outubro é feita à porta fechada. Em vez da Praça do Município, onde apenas foi hasteada a bandeira nacional, a cerimónia foi transferida para o Pátio da Galé, que vemos na imagem. No Pátio da Galé só entram convidados, circunstância que poupa o Presidente da República a uma vaia monumental. Também pela primeira vez, um primeiro-ministro em exercício permite-se faltar à cerimónia: Passos Coelho fugiu para Bratislava, a pretexto de uma reunião protocolar onde podia fazer-se representar por qualquer ministro. Passos Coelho foge dos apupos e do confronto directo com quem, tendo votado nele, sabe hoje que caiu num logro. Vão fugir até quando? Isto tudo é uma palhaçada. Há pelo menos um mês que não é assegurado o regular funcionamento das instituições, mas o Presidente da República assobia para o lado.
Este ano, a celebração do 5 de Outubro é feita à porta fechada. Em vez da Praça do Município, onde apenas foi hasteada a bandeira nacional, a cerimónia foi transferida para o Pátio da Galé, que vemos na imagem. No Pátio da Galé só entram convidados, circunstância que poupa o Presidente da República a uma vaia monumental. Também pela primeira vez, um primeiro-ministro em exercício permite-se faltar à cerimónia: Passos Coelho fugiu para Bratislava, a pretexto de uma reunião protocolar onde podia fazer-se representar por qualquer ministro. Passos Coelho foge dos apupos e do confronto directo com quem, tendo votado nele, sabe hoje que caiu num logro. Vão fugir até quando? Isto tudo é uma palhaçada. Há pelo menos um mês que não é assegurado o regular funcionamento das instituições, mas o Presidente da República assobia para o lado.
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