
Diz António José Seguro que o PS está vinculado aos seus compromissos internacionais, vulgo, nesta fase da nossa vida, ao acordo com a Troika.
Muito certo.
Eu só gostaria de saber, no caso de a situação se deteriorar visivelmente e se constatar que o cumprimento à risca das medidas (perturbado, para quem observa, pelo lema do “ir mais longe”) está a agravar helenicamente a recessão do país, se o PS não pode ousar apelar a uma renegociação do acordo, não pode ousar pressionar as instâncias europeias para que revejam o tipo de remédios impostos e não pode ousar propor outras soluções.
Estará o PS condenado à paralisia do pensamento?
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