:::Entrevista com o escritor Ferreira Gullar, Prémio Camões 2010
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:::por Eduardo Pitta, Blog Da Literatura
Ferreira Gullar (n. 1930) não é qualquer um: poeta, contista, dramaturgo, ensaísta, crítico de arte, cronista, biógrafo e memorialista. Fundador do neoconcretismo brasileiro (1956). Entre outros, Prémio Machado de Assis 2005, Jabuti 2007 e Camões 2010. Preso pela ditadura militar em 1968, parte para o exílio em 1971. A partir do estrangeiro colabora assiduamente, com o pseudónimo Frederico Marques, nos jornais Opinião e O Pasquim. Em 1976 publica Poema Sujo, traduzido em todo o mundo. Regressa ao Brasil em 1977, sendo preso no dia seguinte. Se o Brasil vier a ter um Nobel da Literatura, será ele. Gullar apoia José Serra.
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