Boa tarde António! Que surpresa agradável que tive hoje ao visitar o seu Blog. Voltei aos velhos tempos de juventude ,quando deparei pela primeira vez com a personagem Quincas Berro D’água .Foi num programa apresentado pela Rede Globo (Caso Especial)com o título original, em 1978. O Quincas era o grande ator Paulo Gracindo, que dispensa maiores comentários. Relembrando: Quincas envergonhava a família por ser “cachaceiro” e quando morreu a família ficou preocupada com o preço do velório: o caixão era caro, uma fortuna.Compraram uma roupa preta, sapatos pretos, camisa branca, gravata e meias.Afinal, de onde sairia o dinheiro para o caixão? Era conhecido como o “filósofo esfarrapado” da rampa do mercado de Salvador.Quanto mais cachaça emborcava, mais lúcido e brilhante ficava.Para os amigos , a morte de Quincas, foi como se houvessem amputado um braço, uma perna ou arrancado um olho.Durante a noite, no velório, os amigos levaram Quincas para tomar seu último banho de mar e ele desapareceu nas espumas e ondas do mar revolto...não devolveram o defunto à família. A funerária não quis receber o caixão de volta e a filha aproveitou as velas que sobraram. Gostei de relembrar! Agora, a história se repete, só que dessa vez no Estado do Paraná. Esse é o meu Brasil, onde acontece de tudo. Bjss
Boa tarde António!
ResponderEliminarQue surpresa agradável que tive hoje ao visitar o seu Blog.
Voltei aos velhos tempos de juventude ,quando deparei pela primeira vez com a personagem Quincas Berro D’água .Foi num programa apresentado pela Rede Globo (Caso Especial)com o título original, em 1978.
O Quincas era o grande ator Paulo Gracindo, que dispensa maiores comentários.
Relembrando: Quincas envergonhava a família por ser “cachaceiro” e quando morreu a família ficou preocupada com o preço do velório: o caixão era caro, uma fortuna.Compraram uma roupa preta, sapatos pretos, camisa branca, gravata e meias.Afinal, de onde sairia o dinheiro para o caixão?
Era conhecido como o “filósofo esfarrapado” da rampa do mercado de Salvador.Quanto mais cachaça emborcava, mais lúcido e brilhante ficava.Para os amigos , a morte de Quincas, foi como se houvessem amputado um braço, uma perna ou arrancado um olho.Durante a noite, no velório, os amigos levaram Quincas para tomar seu último banho de mar e ele desapareceu nas espumas e ondas do mar revolto...não devolveram o defunto à família. A funerária não quis receber o caixão de volta e a filha aproveitou as velas que sobraram.
Gostei de relembrar!
Agora, a história se repete, só que dessa vez no Estado do Paraná.
Esse é o meu Brasil, onde acontece de tudo.
Bjss